quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

De Ernesto ao Che


Descobrir um bocadinho mais da personalidade de Ernesto enquanto foi construindo o Comandante Che Guevara.
Neste livro temos a descrição de uma segunda viagem, posterior aquela que é relatada em "Diários de Che Guevara" e na qual é acompanhado por Carlos Ferrer.
É este companheiro de viagem que a relata na primeira pessoa.


Festejar é no Marquês!

Pela primeira vez neste blog, uma acção criada e produzida com o meu contributo.
Orangina foi novamente eleita Sabor do Ano em 2011 e decidiu comemorar junto dos seus consumidores, com o Alvim e o Marquês à mistura, este foi o resultado:


ORANGINA | Sabor do ano 2011 festejado no Marques de Pombal from ACTIVATE Brand Action on Vimeo.

11 de Setembro

The Memorial & Museu lançou uma aplicação interactiva na web.
Numa linha de tempo estão inseridos materiais que nos ajudam a perceber o decorrer dos acontecimentos nesse dia.

Interessante, vale a pena clicar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O copo meio-cheio da Toyota

Para melhorar a condução e diminuir o consumo Saatchi & Saatchi da Suécia utilizou um copo de água.

David Ogilvy

Continuando nos livros escritos na primeira pessoa, agora passei a "Confissões de um publicitário".
Escrito por David Ogilvy, nos anos 60, é um compêndio de regras, conselhos e segredos da criação publicitária.
Segundo o próprio, estes conselhos são de tal forma basilares, que nos anos 80, numa pequena revisão do texto, David Ogilvy encontrou apenas 3 regras que poderiam já não ser tão actuais.
Depois de tudo o que Ogilvy construiu parece-me que valerá a pena dedicar alguma atenção a estas Confissões.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Herdeiros Passanha

Packaging, quando é bem feito é ele mesmo um excelente anúncio à marca.
A vantagem em relação aos outros - imprensa, rádio, tv, etc - é que este está sempre lá, no momento decisivo, quando realmente se escolhe o que se vai levar no carrinho.





segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A democracia das marcas por Carlos Coelho

As marcas, sendo intangíveis, são um dos mais concretos resultados da democracia. Sendo responsáveis por uma parte importante da criação de riqueza assumiram-se como motores da economia. Os donos das marcas especializaram-se em oferecer aos consumidores razões cada vez mais completas para estes comprarem a sua marca em vez de outra. Tiveram que aprender a gerir as suas marcas: ouvir, seduzir e partilhar (tudo simples mas muito difícil de praticar). Pelo seu lado os consumidores foram assumindo o poder, (na revolução industrial a oferta era inferior à procura e o consumidor um "eleitor" sem poder, apenas agradecido pela oportunidade de ter acesso ao "voto"). Hoje com o excesso de oferta o consumidor decide sobre o futuro das marcas e todos os dias "vota" com a carteira, elegendo umas e derrotando outras. Neste complexo domínio de interacções, criou-se uma espécie de democracia das marcas que funciona. Todos os dias nascem e morrem marcas e só sobrevivem aquelas que são realmente boas, e ser bom significa ser eleito pelos consumidores. Na democracia das marcas abstenção significa não compra, falência, quebra do mercado no seu todo. Quando assim é abre-se imediatamente espaço para marcas novas. Não há espaço para ser líder de um mercado em queda vertiginosa. A democracia real tem de acordar e aprender com a democracia das marcas, antes que a maioria dos eleitores a descontinuem.

por Carlos Coelho, Publicado em 24 de Janeiro de 2011 no Jornal i